26/06/2008
No pequenino e delicado cartão envolvido por belas flores, chegaram palavras perfumadas misturando-se ao colorido vivo das frágeis pétalas. O som de fundo tinha sabor de emoção e a cor da noite, o tom do sempre: “Vida, o meu amor é para a eternidade”. Acho que quem o escreveu foi o meu destino. Obrigada, Destino. (Jane Abel)