Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
“Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.”
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava a fortuna?
Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
…A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença…
3 comentários.
Pois é minha nobre amiga… mas infelizmente ainda existem pessoas que permitem que sejam os outros a colocar virgulas, reticências e até postos finais em suas vidas!
Um xeiru!
Linda Flor do SUL!
Bisbilhotei várias coisinhas de seu blog… me diverti com tudo que li e vi!
Passando apenas p te deixar um “cherô” e dizer-te o quanto te adoro!
beijão da cidade maravilhosa!!!!!!!!!!
Adorei o texto … é muito criativo .. eu sempre fico do lado de ca do monitor tentando imaginar quem é que consegue bolar estas coisas tão criativas