Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
“Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.”

Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava a fortuna?
Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
…A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença…

Comentários

  1. 25/10/2008 | 09:07

    Pois é minha nobre amiga… mas infelizmente ainda existem pessoas que permitem que sejam os outros a colocar virgulas, reticências e até postos finais em suas vidas!
    Um xeiru!

  2. Finha
    01/12/2008 | 22:10

    Linda Flor do SUL!
    Bisbilhotei várias coisinhas de seu blog… me diverti com tudo que li e vi!
    Passando apenas p te deixar um “cherô” e dizer-te o quanto te adoro!
    beijão da cidade maravilhosa!!!!!!!!!!

  3. Abel
    04/03/2009 | 19:09

    Adorei o texto … é muito criativo .. eu sempre fico do lado de ca do monitor tentando imaginar quem é que consegue bolar estas coisas tão criativas

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