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Feliz agosto…

Há sempre um copo de mar para um homem navegar… (Jorge de Lima)

2009 chegou

2009 que nos receba com paz e generosidade, com serenidade e tolerância, com harmonia e segurança; Que traga aos doentes a saúde, aos tristonhos a alegria, aos cegos a luz, aos céticos a fé e a cada um de nós, sonhos  realizados da forma mais limpa, ética e lisa possível.

Namastê!

O selo da amizade

Recebi em 25/06/2008 da amiga querida, a mineirinha do canivetinho, dona Cruela, um selinho da amizade.

Deixo aqui pra que não se perca. É nosso e é especial.

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08/03/2008

Mulheres são versos… prosas… Compõem músicas, toadas, canções de ninar. Escrevem romances, tragédias, contos, publicam matérias. Elaboram defesas, julgam, libertam. Criam sonhos, projetam, executam. Salvam vidas, acolhem, curam. Ensinam, orientam, formam. Criam compêndios perfumados de sabedoria, para que outras mulheres possam, ao lê-las, entender a grandiosidade do “ser mulher”.
Parabéns às mulheres pelo seu dia de hoje, de ontem e de amanhã.
Às mulheres especiais da minha vida, meu beijo cheio de amor e orgulho. (Jane Abel)

O texto da mulher tem perfume que às vezes se sente só pelo título. Tem todo o jeito de quem anda por andar, sinceramente sem querer chegar a lugar nenhum.

O texto da mulher dá pra ver que demorou muito tempo pra ficar pronto, e ainda não está. Dá pra ver que uma mulher escreve pra outra — pra outra completar.

O texto da mulher tem um silêncio gostoso de se ouvir e pronto para ser quebrado. Tem natureza própria: vento que sopra a cara e provoca os cabelos; lua que, nua, se banha no mar — festa nos navios negreiros…!

O texto da mulher dá orgulho: a gente fica lendo, boba, descobrindo um monte de coisas que já sabia e que só precisava lembrar.

O texto da mulher fecha os olhos quando faz carinho, como se fosse ele o acarinhado… todo texto de mulher tem um filho no presente e um amante no passado.

O texto da mulher faz arte: colore o que passa em branco na vida e pára o que passa rápido demais — põe o pé na frente e zás! Segue soberba, sabe que não adianta olhar — não para trás.

O texto da mulher parece sempre que foi a gente que escreveu – será uma concatenação de saudades e esperanças comuns, ou alguém me esmiuçou sem eu deixar?

O texto da mulher treme, grita, chora e comemora em uma só língua; e faz a gente pensar que somos, todas, fragmentos de uma mesma criatura com dois lindos seios e um santo ventre, que caiu, quebrou e nos espalhou um dia.

O texto da mulher vale a pena a qualquer hora: de manhã, à tarde, de noite… Esteja a solidão aqui, ou batendo na porta, do lado de fora.

(Gabriela Mello Barbosa)

Abandono – Quando a jangada parte e você fica.
Adeus – O tipo de tchau mais triste que existe.
Adolescente – Toda criatura que tem fogos de artifício dentro dela.
Artista – Espécie de gente que nunca deixará de ser criança.
Ausência – Uma falta que fica ali, sempre presente.
Fotografia – Um pedaço de papel que guarda um pedaço de vida nele.
Filho – Um serzinho adorável e todo seu, que um dia cresce e passa a ser todo dele.
Gelo – Aquilo que a gente sente na espinha quando o amor diz que vai embora.
Lealdade – Qualidade de cachorro que pouquíssimas pessoas têm.
Lágrima – Sumo que sai dos olhos quando se espreme o coração.
Ousadia – Quando o coração diz para a coragem: Vá! E a coragem vai mesmo.

Uma Lenda Chinesa

Era uma vez uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.

Com o passar dos meses, as coisas foram piorando a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre à serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.

Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.

Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:

-Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente.

-Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.”

Lin respondeu: “Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda”.

Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.

Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.

Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.

Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:

-”Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.”

Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:

-”Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. “

“…Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro…”

(F. Anitelli)

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Mãe

(Distribuído por Jane/RS em 13/05/2007)

Não há mãe, sem filho…
Nosso universo começa e termina na alma, na felicidade e na plenitude de nossos filhos e a eles, somos agradecidas.
Este dia, dedico à meus filhos.
Aos meus dois preferidos filhos, obrigada pela oportunidade de tê-los em minha vida.
Parabéns à mães e mães, mães-tias, mães-avós, mães-postiças, mães-coração.
Mãe/RS (Jane Abel)

O filho preferido

(Sérgio Zambiasi)

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

E ela sorrindo respondeu:

“O filho dileto, àquele a quem me dedico de corpo e alma:
O meu filho doente até que sare,
O que partiu até que volte,
O que está cansado até que descanse,
O que está com fome até que se alimente,
O que está com sede até que beba,
O que está estudando até que aprenda,
O que está nu até que se vista,
O que não trabalha até que se empregue,
O que namora até que se case,
O que se casa até que conviva,
O que é pai até que os crie,
O que prometeu até que cumpra,
O que deve até que pague,
O que chora até que cale,
O que me deixou até que o reencontre…”

O poder da palavra

(Distribuído por Jane/RS em 14/04/2004)

*Destruindo o seu próximo.

Malba Tahan ilustra os perigos da palavra: uma mulher tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o rapaz acabou preso. Dias depois,
descobriram que era inocente; o rapaz foi solto e processou a mulher.

- Comentários não são tão graves – disse ela para o juiz.

- De acordo – respondeu o magistrado. – Hoje, ao voltar para casa, escreva tudo que disse de mal sobre o rapaz; depois pique o papel, e
jogue os pedaços no caminho. Amanhã volte para ouvir a sentença.

A mulher obedeceu, e voltou no dia seguinte.

- A senhora estará perdoada se me entregar os pedaços do papel que espalhou ontem. Caso contrário, será condenada a um ano de prisão -
declarou o magistrado.

- Mas é impossível! O vento já espalhou tudo!

- Da mesma maneira, um simples comentário pode ser espalhado pelo vento, destruir a honra de um homem, e depois é impossível consertar
o mal já feito.

E enviou a mulher para o cárcere.

Mário Quintana

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida,  aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,  sem ter consciência de que é dono do seu destino.

“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo  morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

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